domingo, 27 de janeiro de 2013

Grandes Esperanças

Há como não absorver aquilo que te cerca?

Há como não ser um pouco daquilo que se absorveu, voluntariamente ou não? Temporariamente ou não?

Qual o sentido da mudança, e por que mudar? (Uma questão um tanto quanto morta, posto que se muda e ponto!)

O que me levaria a encarar monstros já tão conhecidos se não a esperança de poder vencê-los, desta vez, e dividir com quem importa o prazer da vitória?

Grandes Esperanças.

A conclusão é de que não há como fugir e que talvez seja exatamente esta a intenção.

Doce tortura e terrível prazer. Nada compreensível e tudo tão claro. Doce tortura e terrível prazer. Nada compreensível e tudo tão claro!

Grandes Esperanças, mantenham-se!