Talvez eu nunca saiba o que é felicidade. Não como ela é
comumente conhecida, ao menos. Porém, vez ou outra, algo muito bom vai acabar
me atingindo, como um rápido lance de luz, um cometa que temos a chance de ver
numa noite inesperada, e que passa tão rápido e quase despercebido como surgiu.
Nestes momentos eu saberei que estou vivo e porque estou vivo, e então
descobrirei do que eu sou feito e o que farei.
Uma boa bagagem montada pelos
anos, uns marcos na estrada, uma curva final, um final.
Um grande final, um pequeno
final. Um mosaico do nada, montado pelas peças do tudo.
Viver foi a única opção dada.
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